terça-feira, 15 de setembro de 2015

Sou pequeno ou grande? Reflexões do empreendedor moderno

Ser PME ou não ser, eis a questão. O crescimento econômico registrado pelo Brasil nos últimos anos fez muitas empresas passarem de pequena para grande em seu nicho e conquistar respeito do mercado. Entretanto, a estagnação que o país enfrenta hoje faz muitos empresários adaptarem o questionamento clássico de Hamlet para o mundo dos negócios. Grandes corporações também estão enxugando suas estruturas e readequando seus passos.
A definição desses conceitos merece muitos atos. Se antes o dono do negócio conseguia ficar mais próximo e garantir que tudo andasse dentro do planejado, o aumento na receita e nos clientes traz novos desafios e responsabilidades, fazendo com que a administração tome um tempo precioso dos fundadores.
É necessário fazer uma reestruturação antes de dar um passo maior do que o próprio planejamento idealizado. O sócio deve manter o controle da maioria dos processos para manter a qualidade. É possível ter uma empresa enxuta, mas ao mesmo tempo robusta e referência para o mercado. Para isso, é preciso criar métricas de acompanhamento dos processos e passar a cultura adiante da empresa adiante. Faça com que os colaboradores mais próximos absorvam o espírito que motivou o crescimento inicial e repassem para suas equipes. Este é o papel de liderança ativa dos empreendedores. Para quem está à frente o negócio, fazer bom gerenciamento do tempo não conflita e não trava o funcionamento da empresa.
O cenário mais competitivo e aberto à inovação tem misturado características de pequenas e grandes empresas, sendo comum encontrarmos algumas com estrutura enxuta e alto faturamento e outras corporações com muitos colaboradores, mas sem um bom lucro. O importante, porém, é unir o melhor dos dois lados e operar de forma mais sinérgica. Para qualquer porte, as práticas de boa gestão pedem pés no chão para crescer de forma adequada ao tamanho de cada companhia. Sair do pequeno é um grande desafio e fazer esta transição é difícil, mas com dedicação e trabalho é possível chegar lá.

Bianca Vasconcelos Novelli
Empreendedorismo

Capitalismo Consciente enriquece o mundo?

O Capitalismo Consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que as melhores empresas do mundo estão adotando. Essas empresas são guiadas por um conjunto de valores que promove a prosperidade e a interligação de toda a cadeia de valor para atingir metas mais amplas de maneira justa e equilibrada.

O conceito vai além da responsabilidade social. É uma visão ampla da sustentabilidade. O Capitalismo Consciente existe para elevar o ser humano e se materializa à medida que é aplicado a pequenas, médias e grandes empresas, gerando relações de valor com harmonia e transparência, além de trazer uma visão humana para criar vínculos emocionais entre os stakeholders.
O tema é uma evolução dos modelos de gestão que se deu longo dos anos, em que o cruzamento dos benefícios socioambientais com os benefícios econômicos resulta em um valor compartilhado por toda a cadeia do abastecimento. Os pilares que fundamentam o conceito do Capitalismo Consciente são:
  • Propósito elevado: fortes valores que vão além do lucro e que inspiram, envolvem e energizam o empresário, bem como os colaboradores e consumidores, que, engajados, confiam e até mesmo amam essas empresas.
  • Cultura consciente: cultiva o amor e o cuidado e desenvolve uma relação de confiança entre os membros da equipe da empresa e seus investidores. Em algumas das empresas mais bem-sucedidas e amadas, a cultura consciente parece ser palpável, pois é baseada em confiança, integridade e transparência.
  • Liderança consciente: o papel do líder consciente é servir ao propósito da organização para buscar o que há de melhor em seus colaboradores, promovendo transformações positivas e agregando valor para consumidores e investidores.
  • Orientação para todos os envolvidos no negócio: empresas conscientes maximizam retornos para todos os envolvidos em seu negócio — colaboradores, consumidores, comunidade, governo e investidores — e entendem que, tendo todos envolvidos e engajados, é possível formar uma empresa forte, saudável e sustentável.
Alguns exemplos de como as empresas colocam em prática os pilares do Capitalismo Consciente:
John Mackey, da Whole Foods, varejista de alimentos naturais e orgânicos norte-americana, diz que o propósito deles é ajudar as pessoas a ingerirem alimentos mais saudáveis, educá-los sobre dieta saudável e estilo de vida, ajudá-los a viver mais tempo livres de doença e a terem mais vitalidade. Tal atitude eleva o engajamento dos colaboradores e os faz criar um ambiente de trabalho positivo e otimista em que todos sentem que seu trabalho tem um forte significado.
A Container Store, varejista americana especializada em produtos para a organização de casas e escritórios, construiu uma rede de sucesso não apenas baseada em grandes produtos, mas estruturada em alguns valores fundamentais e filosofias de negócios no tratamento de colaboradores, clientes e fornecedores com respeito e dignidade — valores que são trabalhados no dia a dia e que são primordiais para as ações de todos os membros da empresa.
A Southwest Airlines é hoje umas das companhias aéreas mais bem-sucedidas dos Estados Unidos. Seus colaboradores amam a empresa. Herb Kelleher, cofundador da empresa, acredita que o líder pode motivar muito mais os colaboradores através do amor e da confiança do que através do medo. E o que parecia ser, aos olhos de todos, uma ideia romântica tem dado bons resultados mesmo no difícil mercado de companhias aéreas.
Tony Hsieh, fundador da Zappos.com, varejista de sapatos que tem faturado 1 bilhão de dólares anualmente, tem como procedimentos operacionais padrão:
  • pagar 2 mil dólares para novos colaboradores pararem de fumar;
  • colocar toda a empresa, e não apenas um departamento, a serviço do cliente;
  • cultura da empresa como prioridade número 1;
  • aplicar a pesquisa da ciência da felicidade na administração do negócio;
  • ajudar os colaboradores a crescerem pessoal e profissionalmente;
  • procurar mudar o mundo e ganhar dinheiro.
É importante notar que essas empresas colocam esses pilares no âmago de cada decisão de negócios em vez de adicioná-los apenas mais tarde, como um programa para impedir críticas ou ajudar a gerir a sua reputação.
As empresas que praticam esses pilares estabelecem relações de ganha-ganha com todos os stakeholders, o que resulta em experiências excepcionais para os consumidores. Os resultados têm sido excelentes: menor turnover, custos menores, lucros maiores e crescimento sustentado.

Bianca Vasconcelos Novelli
Empreendedorismo

13 filmes para docentes e equipes escolares refletirem sobre identidade de gêneros e orientação sexual

1. XXY (Lucía Puezo, 2006)
Essa produção argentina conta a história de Alex, uma adolescente intersex de 15 anos, cujos pais decidem se isolar em uma pequena cidade, logo após seu nascimento. Com traços fenotípicos predominantemente femininos, Alex possui, entretanto, genitais masculinos. Seus conflitos de identidade permanecem sob controle até entrar na adolescência e interessar-se por um rapaz. Alex, inicia, então, um processo de busca por sua identidade e descobertas relacionadas a sua sexualidade.
Classificação indicativa: 16 anos.

2. Tomboy (Céline, Sciamma, 2012)
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Em uma cidade do interior da França, Laure, 10 anos, muda com sua família, durante as férias de verão, para um novo bairro. Laure passa os dias brincando com sua irmã mais nova, ao lado do pai e da mãe, grávida de um irmãozinho. Aos poucos, vai se enturmando com as outras crianças do condomínio, dedicadas a uma rotina de brincadeiras e descobertas. Tudo perfeito se não fosse por um detalhe: Laure não se identifica como menina, mas como menino e se apresenta aos novos colegas como Michael. Os pais, ainda que bastante afetuosos, não conseguem lidar com a complexidade da situação.
Classificação indicativa: 14 anos.

3. De gravata e unha vermelha (Miriam Chnaiderman, 2015)
“Nunca fui uma mulher, mas lógico que nunca vou ser um homem”. A frase de Bianca Soares  dá uma mostra da discussão proposta pelo premiado documentário brasileiro, da psicanalista Miriam Chnaiderman. O filme traz entrevistas com diversas personalidades que, em suas histórias de vida, colocaram em perspectiva o modelo de identificação binário homem/mulher, e questionaram os estereótipos construídos para cada um dos sexos. São entrevistados o cantor Ney Matogrosso, a cartunista Laerte, a atriz Rogéria e o estilista Johnny Luxo, entre outros.
Classificação indicativa: 12 anos.

4. Laurence Anyways (Xavier Dolan, 2012)
O jovem diretor canadense Xavier Dolan, que em seus filmes sempre aborda temáticas relacionadas à diversidade sexual e identidade de gêneros, conta a história do professor de literatura Laurence, um homem que, em seu aniversário de 30 anos, revela à sua namorada que quer se tornar uma mulher e irá fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mesmo abalada com a revelação, a namorada resolve permanecer ao seu lado. Ambientado na década de 1990, o filme mostra como o casal lida com os preconceitos de familiares, amigos e colegas de trabalho.
Classificação indicativa: 12 anos.

5. Transamerica (Duncan Tucker, 2005)
O longa conta a história de Bree, uma mulher transgênero que, uma semana antes de fazer a cirurgia de readequação sexual, descobre ter um filho de 17 anos, concebido quando ainda possuía uma identidade masculina. Orientada por sua psicóloga a buscar o filho – que está preso – antes da operação, Bree parte rumo a Nova York. No caminho de volta para Los Angeles, Bree e o jovem passam a se conhecer, convivem e, entre conflitos, buscam entender um ao outro.
Classificação indicativa: 14 anos.

6. Minha Vida em Cor de Rosa (Alan Berliner, 1997)
Este filme já é um clássico entre os que abordam identidade de gênero. Nele, o caçula da família Fabre, Ludovic, um menino de sete anos, começa a assumir uma identidade feminina. Sua família oscila entre a repressão e a aceitação. Os conflitos se intensificam quando Ludovic se maquia e veste roupas tidas como femininas, em uma festa da família. O menino passa a questionar cada vez mais sua identidade de gênero e a nutrir a ilusão de que conforme cresça, se tornará uma mulher.
Classificação indicativa: 14 anos

7. Vestido nuevo (Sergi Pérez, 2008)
“Gosto muito do dia de carnaval. É muito divertido, porque nos fantasiamos e nos deixam ir sem uniforme. Ir como queremos”. Com essa fala do pequeno Mário começa essa sensível produção, feita pela TV pública espanhola, que mostra a história de um menino, que, em um dia de carnaval, chega à escola de vestido rosa e unhas pintadas. Com apenas 13 minutos de duração, o curta traz à tona como o ambiente escolar possui um papel fundamental e formador, nesses casos. Mostra, ainda, a forma diferente como adultos e crianças lidam com a questão.
Classificação indicativa: 12 anos.

8. “Tle Light”, HolySiz (Benoît Pétré, 2014)
O vídeo, de pouco menos de 4 minutos, é na verdade um clipe de uma canção, mas pode ser perfeitamente visto como um curta-metragem. A narrativa visita o mesmo tema e ambiente de Vestido Nuevo: um menino decide, um dia, ir à escola de vestido. De novo, aparece o ambiente escolar como um espaço importante e como o olhar dos adultos, já formatados em uma lógica binária, acabam atribuindo sentidos diferentes aos das crianças. E mostra, sobretudo, que os preconceitos podem e devem ser superados.
Classificação indicativa: 12 anos

9. Contra a corrente (Javier Fuentes-Leon, 2009)
Essa sensível produção se passa em um cenário paradisíaco de uma cidadezinha da costa peruana. Miguel, um jovem pescador, espera seu primeiro filho ao lado da esposa, Mariela. Um dia, conhece ao artista plástico Santiago e inicia um caso. Miguel sustenta uma vida dupla, mas as contradições não demoram a aparecer. O filme mostra o caminho de autoaceitação percorrido pelo personagem, superando não só os preconceitos da comunidade, mas os seus próprios.
Classificação indicativa: 16 anos

10. Hoje eu quero voltar sozinho (Daniel Ribeiro, 2014)
O premiado filme de Daniel Ribeiro poderia ser apenas mais uma obra sobre o despertar da sexualidade na adolescência, se não fosse por duas importantes variantes: Léo, o protagonista, é cego e começa a gostar de Gabriel, um estudante de sua sala, de quem se torna amigo. Claudia Mogadouro selecionou o filme em sua lista de 15 filmes nacionais para crianças e adolescentes verem em cada momento do desenvolvimento.
Segundo a especialista é uma boa obra para passar para estudantes do ensino médio. “O tema da homossexualidade pode trazer nervosismo e, com isso, piadas de mau gosto. Sem reprimi-las, sugere-se que as aproveite para discutir a homofobia em nossa cultura. O filme também trata do desejo de autonomia em relação aos pais, o que é comum entre os adolescentes. Mas a deficiência visual de Léo potencializa esse problema, dando a oportunidade de se discutir a relativa e crescente autonomia que os adolescentes vão conquistando à medida que amadurecem.”.
Classificação indicativa: 12 anos

11. Meninos não choram (Kimberley Pierce, 1999)
O filme norte-americano foi baseado em fatos reais e relata um caso de transfobia. Na obra, somos apresentados a Brandon Teena, um jovem que, biologicamente, possui um corpo feminino, mas que se identifica com o gênero masculino. Brandon muda-se para uma pequena e conservadora cidade do interior do Nebraska e, ali, apresenta-se à sociedade como homem, ocultando sua identidade trans, o que o obriga a uma vida dupla. Apaixona-se por Lana e é correspondido. A relação gera ciúmes em outros homens da cidade que descobrem sua condição de transgênero e o perseguem.
Classificação indicativa: 18 anos

12. C.R.A.Z.Y. – Loucos de amor (Jean-Marc Valleé, 2005)
Nessa comédia de costumes canadense Zac é um menino que vive com sua família em Québec, Canadá, nas décadas de 1960 e 1970. A narrativa percorre sua vida, da infância à juventude, junto a outros quatro irmãos, sua mãe e um pai machista e homofóbico. Zac sente atração por homens, mas, entre a culpa e o desejo, reprime sua homossexualidade, em busca da aprovação familiar. O filme aborda a temática com humor e possui uma trilha sonora repleta de clássicos do rock da época.
Classificação indicativa: 16 anos.

13. Milk – a voz da igualdade (Gus, Van Sant, 2009)
O premiado filme norte-americano relata a história verdadeira de Harvey Milk, um político e ativista gay que foi o primeiro homossexual declarado a ser eleito para um cargo público na Califórnia, como membro da Câmara de Supervisores de São Francisco. Milk iniciou seu ativismo opondo-se à violência policial contra a comunidade gay. O filme pode servir como um disparador para debater a questão da luta pelos direitos humanos e civis da comunidade LGBTTIQ.
Classificação indicativa: 16 anos.

Bianca Vasconcelos Novelli
Empreendedorismo

Jornal Acqua - Idade Moderna 2





Publicado por: Andressa, Karol, Letícia e Thayná

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Apple anuncia chegada do OS X El Capitan para 30 de setembro

Durante o evento que anunciou os novos iPhones 6S e 6S Plus e o iPad Pro nesta quarta-feira (9), a Apple revelou — por meio de um “easter egg”— a data de lançamento do OS X El Capitan: o sistema operacional chega no dia 30 de setembro.

A data foi revelada durante uma demo da função 3D touch (que permite usar a pressão do dedo sobre a tela) dos novos iPhones.

Quando Craig Federighi, vice-presidente de engenharia de software, demonstrava a nova funcionalidade no aplicativo de e-mail, ele abriu uma mensagem enviada por Phil Schiller, vice-presidente de marketing, que dizia:

“Caros, El Capitan está incrível e o feedback da versão beta é fantástica. Devemos disponibilizar aos clientes o mais rápido possível. A data de lançamento do El Capitan é 30 de setembro”.

No final do e-mail, a brincadeira continua com uma irônica mensagem marcada de cor vermelha: “Confidencial e super secreto”.

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TECNOLOGIA09/09/2015 21:01
Apple anuncia chegada do OS X El Capitan para 30 de setembro
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Reprodução/Apple

A data foi revelada durante uma demo da função 3D touch (que permite usar a pressão do dedo sobre a tela) dos novos iPhones
Rafael Kato, de Info Online
São Paulo - Durante o evento que anunciou os novos iPhones 6S e 6S Plus e o iPad Pro nesta quarta-feira (9), a Apple revelou — por meio de um “easter egg”— a data de lançamento do OS X El Capitan: o sistema operacional chega no dia 30 de setembro.

A data foi revelada durante uma demo da função 3D touch (que permite usar a pressão do dedo sobre a tela) dos novos iPhones.

Quando Craig Federighi, vice-presidente de engenharia de software, demonstrava a nova funcionalidade no aplicativo de e-mail, ele abriu uma mensagem enviada por Phil Schiller, vice-presidente de marketing, que dizia:

“Caros, El Capitan está incrível e o feedback da versão beta é fantástica. Devemos disponibilizar aos clientes o mais rápido possível. A data de lançamento do El Capitan é 30 de setembro”.

No final do e-mail, a brincadeira continua com uma irônica mensagem marcada de cor vermelha: “Confidencial e super secreto”.

Brincadeiras desse tipo são comuns no mundo da tecnologia. Chamadas de “easter eggs”, são mensagens ocultas que foram pensadas para serem descobertas, revelando datas de lançamento, jogos ou apenas piadas.

Na Apple, os “easter eggs”foram banidos por Steve Jobs, mas voltaram a ser utilizados em 2012 no OS X Mountain Lion.

Por: Felipe Brunetto
Empreendedorismo
Fonte : http://exame2.com.br/mobile/tecnologia/noticias/apple-anuncia-chegada-do-os-x-el-capitan-para-30-de-setembro

Hackers invadem página oficial da Odebrecht

A página oficial da construtora Odebrecht na internet foi invadida durante a madrugada desta quinta-feira, 10, por um grupo de hackers brasileiros.

Os ativistas substituíram o site da empresa por uma mensagem em que dizem que "nada foi roubado ou deletado", e ainda pedem que representantes da Odebrecht "parem de roubar", em um texto abaixo de uma imagem que traz a insígnia da Polícia Federal e referências à Operação Lava Jato.

Até as 7h desta quinta-feira, a página oficial da empresa não havia voltado ao ar.

O ataque é reivindicado na mensagem pelo grupo hacker ProtoWave, que inclusive deixou disponíveis suas páginas em redes sociais. Em sua página no Facebook, o grupo assume que invadiu a página e ainda demonstra apoio à atuação da Polícia Federal.

"Odebrecht, principal empresa ligada ao esquema de corrupção da Petrobras, foi invadida por nós", diz a mensagem do grupo. "Salve Polícia Federal, tamo junto seus vacilões!"
De acordo com a assinatura que o ProtoWave deixou na página invadida, ao menos 12 pessoas devem fazer parte do grupo. Não está claro se mais de uma pessoa participou efetivamente do ataque ou se o site foi invadido apenas por um hacker, que assina como "Kryptonet".

Por: Felipe Brunetto
Empreendedorismo
Fonte : http://exame2.com.br/mobile/tecnologia/noticias/hackers-invadem-pagina-oficial-da-odebrecht

O que fazer com os juros altos e inflação na sua empresa?

Nos últimos meses, uma ameaça passou a rondar os negócios das pequenas e médias empresas. A inflação, que vinha subindo desde julho do ano passado, acelerou. Para contê-la, o Banco Central vem aumentando a taxa básica de juro, agora em 8,5% ao ano. Em 2010, pouco mais de 40% das famílias brasileiras tinham dívidas.

Agora, a estimativa é que, em 2014, mais de 50% delas estarão endividadas. A atividade econômica está esfriando. O significado de tudo isso: vai ficar mais difícil aumentar as receitas, sustentar a rentabilidade e preservar o caixa. Como agir? Para os empreendedores, é o momento de refazer os planos para o segundo semestre de 2013.

"Os custos estão sendo pressionados para cima e há pouco espaço para repassar os aumentos, porque os clientes estão mais endividados", diz Álvaro Guzella, sócio-diretor da consultoria Falconi. "A prioridade neste momento deve ser fortalecer o caixa e proteger o máximo possível as margens do negócio."

Nas próximas páginas, veja algumas práticas que podem ser executadas agora — como um plano de emergência — em cinco áreas fundamentais para a saúde financeira de sua empresa.
O grande risco é chegar a dezembro com a liquidez comprometida.

É hora de enxugar estoques para poder liberar capital de giro no ano passado, muitos empreendedores correram para renegociar seus empréstimos com os bancos, quando os juros atingiram um dos patamares mais baixos da história. Agora, os juros voltaram a subir.

No início de julho, a taxa básica passou de 7,25% para 8,5% ao ano. Assim, o Brasil se tornou o segundo país com o juro real mais alto do mundo, só perdendo para a China, de acordo com um ranking da consultoria MoneYou.

Por: Felipe Brunetto
Empreendedorismo
Fonte :  http://exame2.com.br/mobile/revista-exame-pme/noticias/o-que-fazer-agora