segunda-feira, 6 de abril de 2015

Nova explosão atinge sexto tanque de combustível em Santos !

SÃO PAULO — O incêndio nos tanques de combustíveis da Ultracargo, na área industrial do bairro da Alemoa, em Santos, litoral de São Paulo, voltou a sair do controle. O Corpo de Bombeiros informou, no início da tarde deste sábado, que o perímetro de resfriamento foi rompido e as chamas atingiram o sexto tanque de armazenamento de combustíveis, este com gasolina. Agora, quatro unidades contendo etanol e gasolina estão queimando. Em outros dois tanques, as chamas se extinguiram depois que o combustível foi totalmente queimado. O trabalho de combate às chamas, que começou pouco depois das 10 horas de quinta-feira, ainda não tem previsão para terminar e já consumiu 4 bilhões de litros de água do mar. A estimativa é que o combustível dos tanques leve quatro dias para ser consumido totalmente.

Pela manhã, uma reunião entre representantes do Corpo de Bombeiros, Prefeitura de Santos, Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Polícia Militar, Guarda Portuária e Ultracargo definiu que a estratégia de combate às chamas será mantida. Com a extinção do fogo em dois tanques, os bombeiros conseguiram se aproximar um pouco mais e estavam fazendo o resfriamento dos tanques vizinhos quando ocorreu a nova explosão. Novamente, a área de isolamento teve que ser ampliada.
A nova célula de combustível atingido possui três tanques. Além do tanque de gasolina que explodiu nesta tarde, há um de etanol e outro que, segundo a empresa, está vazio. Em nota, a empresa confirmou a nova explosão:
“A Ultracargo informa que o incêndio em parte de seu terminal em Santos atingiu mais um tanque, totalizando quatro neste momento. O quarto tanque é vizinho à área originalmente afetada e contém gasolina. Na mesma bacia de contenção há ainda mais dois tanques. Um deles está vazio e o outro contém etanol”, afirma a nota
No momento, os bombeiros aguardam a estabilização do novo foco de incêndio para retornar ao combate às chamas. Eles utilizam água e uma espécie de espuma.
Cem homens com auxílio de 20 carros e o navio-tanque Governador Fleury seguem trabalhando no local. Caminhões-pipa da Sabesp também estão dando apoio as equipes.
Técnicos da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) ligada à secretaria do Meio Ambiente, estão monitorando o local. Segundo os técnicos, até o momento não existem indícios de grande impacto ambiental, embora alguns peixes mortos tenham surgido em riachos próximos ao local. Mesmo assim, ainda não é possível afirmar que o incêndio tenha causado a morte dos peixes. De acordo com a secretária estadual de Meio Ambiente, Patrícia Iglecias, se forem comprovados procedimentos indevidos ou inadequados por parte da empresa, a mesma poderá ser multada em até R$ 50 milhões.
A Prefeitura de Santos enviou mensagens de texto a 466 mil celulares e telefones fixos cadastrados. Na mensagem, os moradores eram avisados que o incêndio estava sob controle e a Cetesb monitora permanentemente a qualidade do ar.
O delegado Gaetano Vergine afirmou que apenas depois que o fogo se extinguir a polícia vai começar o trabalho de investigação para apurar as causas do incêndio.
Embora durante a madrugada deste sábado moradores tenham relatado aumento das labaredas, a assessoria de imprensa dos bombeiros informou que a situação está “mais controlada do que nos dias anteriores”.
O incêndio começou em um tanque de etanol e se alastrou para outras três unidades de armazenamento de combustível na região do Porto de Saboó. Na sexta, um quinto tanque foi afetado. Os tanques pertencem à empresa Ultracargo e continham entre 5 milhões e 10 milhões de litros de etanol, gasolina e diesel.
Ao perceber que, mesmo com o uso de um navio-tanque, a água evaporava antes de alcançar os tanques em chamas, os bombeiros passaram a concentrar os esforços em resfriar os demais tanques para evitar que o fogo se espalhasse. A temperatura chegou a 800ºC, e as chamas atingiram 50 metros de altura.
Na quinta-feira pela manhã, duas pessoas foram levadas ao hospital mais próximo, uma delas com intoxicação e outra em estado de choque. Um duto da Ultragás, vizinho ao local do acidente, chegou a ser inspecionado, mas ainda não se sabe se foi atingido. Um trecho da rodovia Anchieta, perto do local, foi interditado para evitar riscos.
Em nota, a Ultracargo informou que as operações de resfriamento dos tanques vizinhos à área afetada pelo incêndio "continuará sem interrupção".
"A estrutura dos tanques atingidos pelo fogo foi severamente afetada, o que torna mais complexa a operação de contenção do incêndio. Quinze pessoas foram atendidas no local e liberadas de imediato. Não há vítimas ou feridos entre os funcionários da companhia e equipes de combate ao incêndio", diz o comunicado.
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) informou que a área atingida fica fora da região do sistema portuário de Santos. A empresa informou que a área é privada e administra por ela. De acordo com a Ultracargo, os tanques atingidos pelo incêndio armazenam etanol e gasolina e ficarão “queimando até o final das chamas”. Na quinta-feira, em nota, o presidente da empresa, Ricardo Catran, disse que “é prematuro ainda qualquer afirmação sobre as causas” do incêndio.




Postado por: Thayná Xavier.

Jovem empreendedor fatura US$ 200 mil com gravatas-borboleta

O jovem empreendedor Moziah Bridges tem apenas 13 anos e é dono de uma pequena empresa que fatura 200 mil dólares. A sua marca, Mo’s Bows, é especializada em gravatas-borboleta. Cada gravata custa, em média, 50 dólares.

Não bastasse isso, o investidor e empreendedor Daymond John é mentor do garoto desde 2013. A mentoria começou após o jovem comparecer ao programa norte-americano Shark Thank, um game show em que empreendedores apresentam suas ideias de negócios a potenciais investidores para conseguir financiamento.

Na época, ele e sua mãe, Tramica Morris, estavam em busca de um financiamento de 50 mil dólares em troca de 20% do capital da empresa. Em entrevista ao Business Insider, John conta que ver Bridges com sua mãe no programa o fez lembrar de sua própria história.

Em 1989, o investidor recusou uma oferta de 10 mil dólares por 40% de sua empresa que vendia chapéu. Após 10 anos, seu negócio cresceu e virou a FUBU, avaliada em 100 milhões de dólares.

Tudo começou quando o garoto não conseguia encontrar uma gravata-borboleta que gostasse. Inspirado pela avó, ele começou a costurar aos nove anos. Ele também chama a atenção da mídia internacional pelo seu estilo: o próprio jovem escolhe os tecidos de cada peça produzida. Para ele, desenvolver uma gravata colorida ajuda a tornar o mundo um lugar mais divertido e feliz.

Ainda de acordo com o Business Insider, o empreendedor mirim conta com uma equipe de sete funcionários, incluindo sua mãe e avó. 

Não crescer tão rapidamente, permanecer fiel à sua marca, expandir o negócio com gravatas e adquirir acordo de licenciamento com empresas são alguns dos conselhos que Bridges recebeu de seu mentor.

Hoje, suas gravatas podem encontradas, por exemplo, na loja de departamentos de luxo Neiman Marcus. Até os 20 anos, o jovem empreendedor deseja ter a sua própria linha de roupas.





A nova República Brasileira

A Nova República

A Nova República iniciou-se com o governo de José Sarney e permanece até os dias atuais, com o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff. Sarney foi eleito através do voto indireto e durante seu governo foi elaborada uma nova Constituição, promulgada em 1988, que garantia eleições diretas e livres a todos os cargos eletivos. A divisão dos poderes foi mantida e uma nova perspectiva democrática liberal se abriu no país.

O primeiro presidente eleito diretamente desde 1960 foi Fernando Collor de Melo, em 1989. Porém, os escândalos de corrupção o fizeram renunciar em 1992. A partir dessa renúncia, marcaram a história política da República os mandatos de dois governantes. O primeiro foi Fernando Henrique Cardoso que com o Plano Real pôde garantir a estabilidade econômica necessária aos investimentos estrangeiros. Esses investimentos foram possíveis em decorrência das privatizações realizadas em setores específicos da econômica, como telecomunicações, mineração e siderurgia. Por outro lado, tais medidas representaram o enxugamento das funções do Estado brasileiro, marcando o período do neoliberalismo no Brasil.

FHC governou até 2002, quando foi substituído por Luiz Inácio Lula da Silva. O primeiro presidente de origem operária da República buscou caracterizar seu governo pela distribuição de renda, possibilitada pela estabilidade econômica do período anterior. A distribuição de renda ocorreu através de políticas como Bolsa Família, que além de uma renda mínima, garantiu a obrigatoriedade de um nível educacional mínimo à quase toda a população em idade escolar, uma uniformização federal de procedimentos administrativos e o estímulo econômico a regiões extremamente pobres do território nacional.

Apesar da estabilidade política dos dois governos acima mencionados, os casos de corrupção também se fizeram presentes, como as acusações de compra de votos para a reeleição durante o governo FHC, em 1998, e o escândalo do mensalão, no governo Lula, em 2005.

A alternância do poder garantiu ainda a eleição da primeira mulher para a presidência da República, em 2010. Esse é um dos mais marcantes fatos da recente história republicana brasileira.


Fonte: www.brasilescola.com.br 

Postado por: Bianca Vasconcelos Novelli

sábado, 4 de abril de 2015

PM espanca manifestante que defendia democracia em ato pró-ditadura

"O jovem ator Víctor Santana caminhava com uma mochila nas costas. Estava a caminho do trabalho, nesse sábado dia 28 de março. Na porta do Comando Militar Leste do Exército, ao lado da Central do Brasil, foi surpreendido com bandeiras integralistas, saudações nazistas e um grupo que pedia golpe militar. Eram cerca de 70 pessoas, alguns visivelmente transtornados e agressivos. Olhei pro Vitor e vi que chorava. Muito. Quem sabe pensando em um parente desaparecido ou morto pela ditadura. Não sei."


Texto completo em: Pragmatismo Político

Postado por Vini Lucca

Vídeo mostra o general Newton Cruz durante a ditadura

Em plena ditadura, o jornalista pergunta: a democracia teve um retrocesso?




“Que retrocesso coisa nenhuma! Que retrocesso? É constitucional. O que é democracia? Democracia é a aplicação da lei! A lei foi aplicada! Então, não houve retrocesso. Que modifique a lei, então. Que retrocesso coisa nenhuma! Isso daí é reproduzido em centenas de jornais, atinge milhões de brasileiros, uma única fonte dizendo falsidades! Atinge milhões de brasileiros e mais ainda: cada jornal reproduz como se fosse uma notícia sua! Vale dizer, sai de uma maneira num jornal, sai de outra maneira em outro jornal! Isso aí fica espalhado no Brasil todo! Fonte? Uma única e falsidade!”


Postado por: Vini Lucca

torturas na ditadura

Pau-de-Arara

O Pau-de-Arara consistia numa barra de ferro que era atravessada entre os punhos amarrados e a dobra do joelho, sendo o conjunto colocado entre duas mesas, ficando o corpo do torturado pendurado a cerca de 20 ou 30 centímetros do solo. Este método quase nunca era utilizado isoladamente, seus complementos normais eram eletrochoques, a palmatória e o afogamento.

Choque Elétrico

O Choque Elétrico foi um dos métodos de tortura mais cruéis e largamente utilizados durante o regime militar. Geralmente, o choque dado através telefone de campanha do exército que possuía dois fios longos que eram ligados ao cor­po nu, normalmente nas partes sexuais, além dos ouvidos, dentes, língua e dedos. O acusado recebia descargas sucessivas, a ponto de cair no chão.

Pimentinha

A Pimentinha era uma máquina que era constituída de uma caixa de madeira que, no seu interior, tinha um ímã permanente, no campo do qual girava um rotor combinado, de cujos termi­nais uma escova recolhia corrente elétrica que era conduzida através de fios. Essa máquina dava choques em torno de 100 volts no acusado.


Cadeira do Dragão

A Cadeira do Dragão era uma espécie de cadeira elétrica, onde os presos sentavam pelados numa cadeira revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo. Muitas vezes, os torturadores enfiavam na cabeça da vítima um balde de metal, onde também eram aplicados choques.

ANA LUISA

MUSICAS DA DITADURA

músicas de protesto à Ditadura Militar


É proibido proibir

É proibido proibir é uma música de Caetano Veloso, lançada em 1968. Esta canção era uma manifestação das grandes mudanças culturais que estavam ocorrendo no mundo na década de 1960. Na apresentação realizada no Teatro da Universidade Católica de São Paulo, a música de Caetano foi recebida com furiosa vaia pelo público que lotava o auditório. Indignado, Caetano fez um longo e inflamado discurso que quase não se podia ouvir, tamanho era o barulho dentro do teatro.


Alegria, alegria

A música Alegria, Alegria foi lançada em 1967, por Caetano Veloso. Valorizava a ironia, a rebeldia e o anarquismo a partir de fragmentos do dia-a-dia. Em cada verso, revelações da opressão ao cidadão em todas as esferas sociais. A letra critica o abuso do poder e da violência, as más condições do contexto educacional e cultural estabelecido pelos militares, aos quais interessava formar brasileiros alienados.
Trecho: O sol se reparte em crimes/Espaçonaves, guerrilhas/Em cardinales bonitas/Eu vou…

https://www.youtube.com/watch?t=150&v=4tzSETbQcJk

ana Luisa